domingo, 25 de outubro de 2020

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"Dízimo"

"Sob a revelação do Espírito de Deus"



Lançado a a três anos atrás, teve todos os seus exemplares vendidos. Agora ofereço a vocês queridos leitores, irmão ou irmã em Cristo, o conteúdo na íntegra deste livro em forma de blog, para que mais pessoas possam chegar a conclusões satisfatórias à cerca deste tão importante assunto; e entender porquê muitos cristãos hoje, estão equivocadamente, abandonando esta fundamental prática de fé.


Graça e paz de Jesus Cristo!


*** Feliz 2017; sob as ricas bençãos de Deus***


quinta-feira, 23 de março de 2017

Uma questão de escolha

Não podemos mais tocar nas vestes de Jesus (literalmente), mas o Senhor não permitiu que ficássemos desamparados com a assenção do nosso Redentor. Além de nos enviar, da parte de Deus, o Espírito Santo, que nos consola, nos instrui e nos protege, também nos permitiu herdar a fé dos patriarcas (Mais um dom de Deus). O dízimo é prova de temor fidelidade e fé, por isso mesmo a melhor maneira de resguardar o que de Deus temos, para garantirmos a continuidade de nossa provisão à proporção das referidas práticas. Lembre-se entretanto que o dízimo não é o caminho para salvação, pois Jesus o é; e muito menos a única condição para recebermos bençãos. Além do livro de Malaquias, que como vimos, nos esclarece que dar o dízimo não é a mensagem contida nos textos sagrados deste livro, podemos nos convencer desta verdade ao lermos o clássico versículo sobre este assunto que se encontra no livro do evangelista Mateus no capítulo 23 e verso 23 (Mt. 23:23), onde o Mestre coloca os que entendem que apenas o dízimo pode resolver problemas de prosperidade e comunhão, como hipócritas, pois que se deve cuidar de entregar o dízimo, mas, mais importante são as práticas da justiça do amor e da fé; devendo se praticar ambas as coisas.

Apesar de se notar que um praticante regular do ato de dizimar geralmente constitui-se em um crente fiel à Deus, não podemos estabelecer isto como regra, pois que todo cristão verdadeiramente fiel irá dizimar, mas nem todo o que dizima é um cristão fiel. visto que muitos tem aprendido de forma errada, sobre este importante fator de provisão à obra do Senhor, chegando a acreditar, por mal informação, que o dízimo lhe suscitará o direito de cobrar de Deus alguma atitude. Nem o dízimo e nem nada que exista ou venha a existir neste Universo, poderá servir ao homem como uma ferramenta que o dê tais condições, muito menos um mandamento constrangedor que influencie o homem a "dar dinheiro para Deus" (Deus não precisa de dinheiro).

O dízimo faz parte de uma aliança proposta por Deus, onde uma condição classifica o homem a ter o seu dízimo aceito: "Que o homem volte-se pra Deus e ande em santidade na sua presença", tendo como consequência a liberação das prometidas bençãos: (Ml. 2:5,6;3:7;3:10-12). Assim, dizimar torna-se uma questão de livre escolha, como tudo no reino de Deus, onde nunca houve e nunca haverá obrigação. 

Como toda a aliança, esta, revelada no livro do profeta Malaquias, constitui-se em promessas e deveres, onde a questão central não é a prática regular do dízimo, mas a restauração da santidade do povo. O povo deveria escolher se voltar para Deus, onde a prática santa e correta do ato de dizimar, evidenciaria, comunhão e santidade, ou continuar no estado em que estava, e provar da sua ira (Ml. 1:6-8; Ml 3:5). 

Pode-se em fim afirmar que na maioria dos casos, o fiel dizimista, que pratica o seu ato de forma santa e correta, tem entendido o Plano de Salvação de Deus e cumprido em tudo a sua vontade, e não apenas no tocante ao dízimo. Pois sua fé é consciente e madura, dando assim evidências e testemunho de fidelidade em todos os deveres cristãos e não apenas em dar dízimos.

terça-feira, 14 de março de 2017

Deus não se sujeita a ninguém 2

...No próprio livro de Malaquias, onde a compreensão equivocada, nos mostra um 'deus', submisso à vontade humana, Deus, na verdade, antes, reclama a obediência de sacerdotes e do povo, que profanavam o altar santo e o santo nome do Senhor, estando eles à beira da apostasia. A estes mesmos é que Deus fala no capítulo '3' e verso '10', convocando-os à prática do dízimo e lhes prometendo bençãos; fazendo-os entender, ao longo de quase toda a revelação entregue por Malaquias, que a mensagem entregue pelo profeta, resumia-se nisto: Ainda que houvessem pecado, haverá recompensa para os que se arrependerem e voltarem-se para os caminhos do Senhor. E uma dessas recompensas são as bençãos desmedidas, comuns, a todos os que dizimam com inteireza de coração, sendo em 'tudo', fiéis à Deus, e não apenas no dízimo. 
Perceba, que escapa, se não aos olhos, à razão, daqueles que sempre procuram perverter os juízos de Deus, em busca de suas conveniências, que antes da convocação (Ml.3:10), há o chamado ao arrependimento: "Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?" (Ml.3:7). 
Podemos ter confiança neste entendimento, uma vez que admitir-mos que o homem em pecado está separado de Deus. Uma simples animosidade com um irmão, impede que sua oferta seja aceita no altar do Senhor, e assim nos desabilita às bençãos prometidas. para reforçar a sua compreensão a esta exposição, lembremos-nos de duas passagens onde fica claro, que o caráter de Deus é imutável, e que a sinceridade, a espontaneidade e a santidade são fatores condicionais ao favor de Deus. "E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante. E o Senhor disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar"... Perceba que houve imperfeição na oferta de Caim, algo que desagradara o coração de Deus, neste caso pode-se com certeza admitir que: ou não havia sinceridade no coração de Caim, ou não o fazia com espontaneidade, assim como aquele povo no contexto abordado agia; pois entregava ofertas imperfeitas ao Senhor. (Ofereceis sobre o meu altar pão imundo, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa do Senhor é desprezível. Porque, quando ofereceis animal cego para o sacrifício, isso não é mau? E quando ofereceis o coxo ou enfermo, isso não é mau? Ora apresenta-o ao teu governador; porventura terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz o Senhor dos Exércitos. Malaquias 1: 7-8).
O segundo exemplo encontra-se no livro do evangelista Mateus em seu quinto capítulo versos 23 e 24: (Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta).
Fique por tanto irmãos, claro em vossos corações que Deus não nos refere o texto de Malaquias unicamente no capítulo três e verso dez, mas, chega até nós, uma lição de santidade, zelo e compromisso com a obra e com o santo nome do Senhor. Portanto, qualquer que se voltar para Deus, guardar os seu preceitos, fizer a sua vontade e andar em santidade em sua presença, terá seus dízimos e suas ofertas aceitas no santo altar de Deus, e isso bastará para que as janelas dos céus, sejam-nos abertas e haja então prosperidade em nossas vidas. Caso contrário, não ofereça seu carro e nem sua casa ou apartamento à igreja, Deus não se sujeita a ninguém, nós devemos nos sujeitar a Deus. Esta é a verdade.

sábado, 11 de março de 2017

Deus não se sujeita a ninguém

,,,O ato de dizimar não obriga Deus a abençoar o que o pratica, mesmo porque Deus não se deixa escarnecer e nunca poderia estar sob jugo humano; tal afirmação é blasfema e não se pode dar a mesma nenhum tipo de crédito. A literalidade de um texto pode ser manipulada pelo homem, de forma a vir a convencer pessoas de fé sincera das mais diferentes camadas sociais e até de diferentes níveis culturais, a uma prática e entendimento pervertidos do ato de dizimar. A interpretação correta que se dá ao texto mais usado por esta prática, não nos sugere isto. Embora, uma vez manipulado, pode parecer que seja uma declaração de de submissão de Deus, condicionada a uma iniciativa humana; veja:"Trazei todos os dízimos e ofertas à Casa do Tesouro, e depois fazei prova de mim; se não vos abrir portas e janelas e derramar sobre voz, bençãos desmedidas...   ...por vossa causa repreenderei o devorador,,," Malaquias 3:10,11. parece que Deus, dispõe-se a sujeitar-se ao homem. obrigando-se pelo ato humano, a providenciar bençãos a qualquer que o pratique: "Não é bem assim!".

Na verdade os versículos 10 e 11, do capítulo 3 do livro do profeta Malaquias (Versículos mais usados em todos os púlpitos, de igrejas, católicas e protestantes, que praticam o dízimo), é um estímulo deste misericordioso Deus, a um povo que estava à beira da apostasia, fracos e caídos na fé; para que conseguissem enxergar, que o estado em que se encontravam, era consequência da ausência de Deus em suas vidas e não um estímulo a testar-se a fidelidade à Deus. (O livro de Malaquias não é tão grande assim, sugiro a leitura dos três primeiros capítulos, ela lhes dará a compreensão desta exposição).

Pelo legítimo ato de dizimar, Deus saberia se o temor pelo seu nome, a obediência, a confiança e a fé, teriam realmente sido restauradas àquele povo, Se o povo realmente 'tornara' novamente para o Senhor ("...tornai-vos para mim" Malaquias 3:7); só desta forma, seus dízimos e suas ofertas, seriam novamente 'santos ao Senhor', tornando-os novamente habilitados às declaradas 'bençãos desmedidas'. Obser-se com atenção os versículos de '2 a 4', que o Senhor anuncia àquele povo um juízo próximo (referância a primeira vinda de Jesus), e dava, por amor a Jacó e  por sua fidelidade em relação às suas promessas, uma nova chance a seu povo; antes da vinda do Messias."Tornai-vos para mim". ...continua