sábado, 29 de abril de 2017

Cada um contribua "segundo propôs" em seu coração

O homem não se cansa de querer impor às Escrituras Sagradas, o seu próprio entendimento, estribando-se em sua própria intelectualidade. A muita cultura que se julga ter, acaba influenciando muitos, a darem ao texto sagrado interpretações tendenciosas; ora por conveniência, ora por convicção, não importa, o fato é que a Palavra de Deus vem sendo miscigenada por diversos vetores chamados "Correntes teológicas", que nada mais são, que vaidosas ou tendenciosas interpretações humanas aos textos bíblicos, frutos de uma transitoriedade existencial, marcada pela vaidade e/ou ambição humana. Nem o escritor da polêmica carta canônica ao hebreus, nem o Apóstolo Paulo, afirmaram em algum momento que o dízimo, tenha sucumbido à caducidade de "Lei". Não podemos forçar o Espírito da Revelação, a impor à Mensagem, e esta única, valores diferentes dos que por Deus a Ela foram atribuídos.

O ministério do Apóstolo Paulo, é inexpressivo, em relação a sua durabilidade, quando comparado ao "Plano de Salvação" elaborado, revelado e executado por Deus. Durante todo o legado testamentário (Incluso tal ministério, como também a "carta aos hebreus"). Por isso torna-se irrelevante o fato de Paulo não haver tratado do assunto, assim como irrelevante são, as interpretações dadas a referida "carta aos hebreus", desprovidas que são, do Espírito da mensagem e por isso, facilmente refutáveis. Pois vê-se claramente, que nem um, nem outro, manifestou-se literalmente em relação a extinção do dízimo. pairando apenas conjecturas pretensiosas e irresponsáveis, que desvirtuam a fé e confundem os simples...  Continuarei