terça-feira, 1 de novembro de 2016

Nem a Lei nem a Graça

Agora, se pegarmos as informações que já possuímos e as unirmos, podemos ter uma maior convicção sobre a prática do dízimo na Nova Aliança; Observe:

O dízimo não teve sua origem no ministério levítico e sim em Gênesis, não foi ordenado a Moisés e não estava no decálogo; mas foi Abrão, o primeiro dizimista e isto aconteceu cerca de 600 anos antes das tábuas dos 10 mandamentos serem escritas por Deus (Acompanhe a cronologia de Gênesis 14 a Êxodo 20), e para completar, Deus usa como símbolos na origem do dízimo a Melquisedeque (Figura de Cristo) e não a um cajado (Simbolizaria Moisés); usa o pão (Corpo de Cristo) e não a tábuas de pedras (Simbolizariam os 10 mandamentos) e usa o vinho (Sangue de Cristo) e não a animais sacrificados (Simbolizariam a transitoriedade da lei). Logo se fôssemos atribuir a que período pertence o dízimo, pela simbologia presente em sua origem, deveríamos com sensatez, atribuí-lo a Nova e não a Velha Aliança.

No entanto devemos entender que o dízimo foi criado por Deus, para a logística do seu plano de salvação ( Dispensação da lei e dispensação da graça) e não para um período específico dentro deste plano, pois em ambos os períodos a igreja precisa de provisão. Assim, de maneira sobre-natural, não em forma de mandamento ou ordenança, mas, naquele momento o dízimo surgiu dentro do coração de Abrão como forma de reconhecimento pela grande vitória concedida por Deus e de agradecimento por seu grande livramento e favor. Assim devemos entender o dízimo, Assim devemos praticá-lo.