segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Deus não precisa de dinheiro 2

...Aliás, houve um tempo na antiguidade, em que o sal foi usado como moeda de troca (Tinha poder de compra), os gregos e os romanos usavam o sal como moeda no comércio, e é exatamente por isso, por usar o sal como dinheiro, que surgiu a palavra salário (https://imaginacaoativa.wordpress.com/2009/04/15/o-sal/). 

Se hoje seu salário lhe fosse pago com esta moeda (sal de cozinha), você certamente devolveria seu dízimo na mesma moeda de seu salário, afinal, esta seria a moeda corrente em sua nação. Assim, se seu salário correspondesse a "880 Kg. de sal" você devolveria ao Senhor exatos "88 Kg. de sal" (10% de seu salário). O dízimo não deve ser visto de outra maneira; assim preserva-se originalidade, a história e a tradição do ato (Abrão dizimou dos despojos dos reis que matou, os hebreus dizimavam das suas primícias da agricultura e pecuária; mas particularmente da agricultura depois da divisão das tribos) e não há lugar para interpretações maldosas e aliciamentos maliciosos dos que pervertem o que é sagrado. "Não se dá à Deus, dinheiro algum" o que fazemos ao dizimar, deve ser exatamente o mesmo que faziam os nossos antepassados na fé, ou seja: devolvemos os dízimo santos e sagrados ao Senhor, que representa 10% daquilo que de Deus cremos ter recebido (Não nos importando se é sal-de-cozinha, cabrito, boi, colheita, despojos, papel moeda etc.) devolvemos 10%, daquilo que da parte de Deus, cremos ter recebido como salário. Tendo então que o que devolvemos a Deus é 10% do salário que ele nos permitiu ter e não do dinheiro que representa tal salário, assim podemos pela fé desatrelar salário de dinheiro, pois como vimos poderíamos hoje receber como salário, qualquer coisa que representasse valor justo por nosso trabalho.   Continua...