domingo, 20 de novembro de 2016

Deus não precisa de dinheiro - 3

...Assim entendemos que não é o dinheiro, a questão e sim o 'ato' de dizimar, por que o dízimo não representa dinheiro, mais 10% da provisão que Deus lhe concedeu. É importante saber, com isso, que com o dízimo não adquirimos o direito de exigir nada de Deus, não compramos o seu favor, porque não podemos subjugá-lo e sobre tudo porque o dízimo não nos pertence e dinheiro no céu, não tem valor. Além do que a finalidade é outra; devolvemos sim, o dízimo ao Senhor por fé reconhecimento e amor, porque reconhecemos a necessidade da obra de Deus e sabemos que dizimar é tão somente devolver a Deus apenas 10% daquilo que ele mesmo nos deu, ou seja: a décima parte.
Não se pode mudar o conceito, o princípio e nem a finalidade daquilo que não criamos; não dá certo, o dízimo tem a finalidade de aprovisionar a obra de Deus na Terra, desde os sacerdotes, levitas, (Nm. 18: 8;11; 24; 31), aos apóstolos (Fl. 4: 15,16 - 1Co. 9:9), aos pastores e presbíteros (1Co. 9:14 - 1Ts. 5:17,18) como também ainda, a todas as necessidades manifestas dos santos (Ml. 3:10). É importante entender que mesmo que vivamos em espírito, não podemos ignorar a matéria. Quando devolvemos o dízimo a Deus, devemos ter a consciência de que nosso ato deve refletir o nosso compromisso com o serviço da igreja física, por isso o entregamos a um sacerdote humano que irá administrá-lo, e não em um ritual sobrenatural, onde Deus virá consumi-lo. Isso não foi assim nem no princípio, quando Deus se manifestava em glória nos altares, e na tenda da congregação através de fogo, fumaça etc.

Deus agrada-se do que com alegria, compreende o significado do ato de dizimar, pois através do dízimo, o povo de Deus e a igreja de Jesus Cristo, vêm atravessando séculos e consumando o seu plano de salvação na Terra, mas...   ..."Deus não precisa de dinheiro!"